Somos todos marionetes de Deus

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Nesse meu pouco tempo de vida pude perceber como a religião pode acabar nos tornando robôs programados para fazer o que elas quiserem. Não estou criticando aqui a religiosidade, e sim as instituições religiosas, que nos informam como nos devemos comportar perante a sociedade que nos diz que Deus é nosso chefe/diretor/presidente.

O catolicismo, o protestantismo, e até as religiões politeístas, são um emaranhado de regras que nos diz o que devemos ou não fazer. Como devemos nos comportar e as mulheres que podemos comer. Mas ora, não temos um tal de livre-arbítrio? Não podemos fazer nossas próprias escolhas? Então por que limitar aquilo que podemos ou não fazer.

Não falo das regras de boa convivência e boa conduta. Falo das limitantes, das que extrapolam, das que nos tornam simples marionetes daqueles que fazem as instituições religiosas. Dos as mulheres só podem usar saias, as pessoas não podem sair de suas casas após as 22h, entre outras muitas coisas desse tipo.

Somos pessoas controladas, eles controlam os lugares que andamos, a forma como andamos, e até as palavras que falamos. Controlam com quem saímos, e se saímos. Tornam-nos apenas simples robôs programados para fazer as coisas que lhes caibam e que seja permitida a nos devido a nosso nível de compreensão.

Precisamos mais do que isso, precisamos ser nós mesmos, ainda que nem saibamos quem de verdade somos. Precisamos ser mais do que marionetes de um Deus que coloca limite e dificuldade para tudo.

Quero também poder fazer minhas escolhas, e escolher ser eu, assim, da maneira imperfeita que sou. Não quero ser só alguém controlado por fios.

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