Apaixonei-me por uma mulher do Candomblé (e agora não sei se é amor ou feitiço)
2 minutos Amigos, venho relatar para ti um fato que aconteceu comigo recentemente: eu me apaixonei por uma mulher do Candomblé, uma mulata mais alta que eu, de pele sedosa, cabelos crespos e um bumbum redondo como um xequerê. Não que ela seja perigosa, mas se um dia você acordar profundamente apaixonado, levando café na cama, cantando Djavan dizendo: amar é um deserto e seus temores, vida que vai na sela dessas dores, não sabe voltar, me dá teu calor, e lavando a louça Continue lendo→